Blog destinado a uma das maiores paixões musicais desta blogueira: heavy metal e hard rock. Aqui você encontrará textos diversos a respeito dessas diferentes vertentes do rock
Minha irmã me contou que está mais sedenta por aventuras do que nunca. “Queria fazer trilhas, descobrir cachoeiras. Ontem fui na biblioteca Mário de Andrade, ali perto do Anhangabaú. Ela foi reformada! Esta tão linda!”. Perguntei se toda essa ânsia em buscar lugares novos era reflexo da realidade que ela viveu durante as semanas que passou comigo em Londres e pela Europa. Ela foi rápida e precisa na resposta: “Confirmei que nada sei”. Apenas sorri e esperei minha irmã terminar de escrever – tinha certeza que receberia uma resposta a altura das conversas que costumamos ter. “Como diria Luiz Marenco, grande regionalista sulista: ‘O que conheço do mundo é pequeno demais para as patas do meu cavalo’, ou seja, temos muito que descobrir”, disse ela. Em seguida, me enviou um smile e uma frase de Nietzsche. “Do que vale uma vida sem descobrir a vida que se desconhece". Minha irmã simplesmente sintetizou em pequenas frases a principal mudança que senti vivendo aqui na Inglaterra. É como se o mundo fosse acabar amanhã e você quisesse conhecer mil lugares em um único fim de semana. Esse impulso de querer sair por aí sem direção, de parar e conversar com as pessoas, saber de onde são, o que pensam do mundo e da vida. Já me disseram que isso é espírito de jornalista. Concordo, mas para mim também é espírito de quem tem amor pela vida, pelo inusitado, pelo diferente.
Saudades de você, Julinha. Obrigada não só por ter me levado a escrever este texto, mas por ter inspirado toda a minha vida.
Como hoje eu consegui chegar mais cedo, resolvi escrever este post sobre a minha experiência na prova do Estadão. O teste faz parte do 21º Curso de Jornalismo Aplicado do jornal e dos 1.901 candidatos inscritos apenas 30 serão selecionados para o curso, que dura quatro meses. É praticamente 63,3 candidatos por vaga! Até mais concorrido que o vestibular da USP!
Apesar de entrar na UNIP-Vergueiro, onde o exame foi feito, e saber que cada uma daquelas pessoas no prédio eram minhas concorrentes eu não fiquei tão nervosa. O motivo? Estou no 3º ano de Jornalismo e mesmo se tivesse gabaritado a prova eu não poderia entrar. O curso é exclusivo para alunos do 4º ano ou para quem se formou entre 2008 e 2009. Mas esse fato não fez com que eu mudasse meu posicionamento diante da prova. Fiquei mais tranquila, mas ao mesmo tempo fiz o teste com a maior concentração possível. Aliás, consegui estudar um pouco na última semana antes do teste. =)
Questões
A prova reuniu questões de todas as editorias: política, economia, internacional, cultura (cinema/música) e esportes. O teste só mostrou o que todo mundo espera de um jornalista: um cara antenado com tudo que acontece no país e no mundo. O que me surpreendeu foi uma ou outra questão específica demais, como esta: "Luiz Inácio Lula da Silva é casado com Marisa Letícia, mas, antes do casamento, ambos eram viúvos. Quais os nomes de seus conjuges?" Claro que essa foi no chutometro.
Também fizeram parte da prova questões sobre o técnico Dunga (errei essa!), Fórmula I (também errei!), Copas passadas, vulcão da Islândia, Oriente Médio, Elizabeth II, Acordo Ortográfico, Banco Central... mas eu consegui errar uma questão sobre o cineasta Hitchcock. Essa foi de chorar!
No geral, acho que tive um desempenho razoável... acertei um pouco mais da metade das 50 questões. Isso se eu não errei na hora de passar o gabarito da prova para o meu braço. Pois é, para levar as repostas para a casa a gente tinha que anotar no braço, era proibido levar o caderno de questões ou mesmo anotar num papel separado. =/
Redação
O fato jornalístico para a redação foi tirado do jornal The New York Times. Resumidamente, era um texto sobre a visibilidade do governo Lula e como o presidente tem comandado o país. Bom, meu inglês ainda precisa melhorar muito, mas consegui tirar um apanhado geral da matéria. Mas uns 70% do que eu escrevi vieram mais do meu conhecimento sobre o tema do que o escrito pelo jornal. Não sei se me dei bem...
Conclusão
Para uma futura jornalista como eu, que quer uma chance em um dos maiores jornais do país, acho que a experiência não poderia ter sido melhor. Entendi bem a dinâmica da prova, que não tem NADA A VER com testes de vestibular e, mais do que isso, só tive a certeza de que se pretendo ser uma boa profissional na minha área eu ainda tenho muito chão para percorrer! Vamos nessa... amanhã já tem aula! ;-)
Olha um furo de reportagem durante a gravação do Combo Fala + Joga, na PlayTV! O furo já está bombando no Whiplash!
Pearl Jam esta fora do SWU
Tudo começou com um boato dizendo que o Brasil receberia a edição nacional do festival Woodstock. Mas as semelhanças entre o SWU – Music and Arts Festival e o famoso festival norte-americano realmente são muitas. “O que ajudou a fomentar essa especulação foi a nossa parceria com Michael Lang. O nome dele ficou historicamente associado ao Woodstock, já que ele foi um dos principais criadores”, explicam os produtores do SWU Theo Van Der Loo e Milkon Chriesler (Mac), no Combo Fala + Joga.
As semelhanças entre os dois festivais não param por aí. Assim como o Woodstock, o SWU terá três dias de duração (9, 10 e 11 de outubro) e será montado em uma fazenda. “A gente espera receber mais de 70 mil pessoas na fazenda Maeda, em Itu, e a galera vai poder acampar por lá”, conta Mac e Theo complementa. “Serão 60 atrações, cerca de 10 a 15 shows por dia. Vai ter música até às 2h da manhã e os portões devem abrir ao meio dia”.
Linkin Park, Dave Matthews Band, Pixies, Incubus, Sublime e, mais recentemente, o Kings of Leon são as primeiras bandas confirmadas. Já o Green Day e o Pearl Jam foram outras tentativas de negociação para compor o cast do SWU. “A gente tem uma ligação muito boa com o Pearl Jam”, diz Mac. “Eles apoiaram o projeto e até liberaram a música “Just Breathe” para usarmos na campanha do festival, mas a banda não vai participar porque o Eddie Vedder vai casar uma semana antes do SWU!”, explica Theo. De acordo com os produtores, o músico namora há 5 anos, já tem dois filhos e um casamento já estava por vir.
O público brasileiro do Pearl Jam pode até ficar desanimado com a notícia, mas quem desaprovou a atitude do frontman da banda foi o ex-guitarrista do Guns N’ Roses. “Encontramos o Slash em Atlantic City, nos Estados Unidos, e conversando sobre o festival ele perguntou sobre a negociação com o Pearl Jam. Quando contamos que a banda não viria porque o Eddie Vedder estava prestes a se casar ele disse: ‘Eu jamais cancelaria um show para casar!’”, conta Theo em meio a gargalhadas.
Para ajudar na organização do festival outro nome de peso foi convocado. David Saltz atua nos bastidores do SWU e é figura carimbada do show business por ter produzido os documentários “The Beatles Anthology” e “Stones in Exile” e os shows exibidos nos intervalos do jogo final da liga de Futebol Americano (NFL) nos Estados Unidos, o Superbowl. “O David esta justamente nessa parte de explicar e envolver a banda na temática do festival. Ele faz a comunicação com os grandes artistas”, explica Theo.
O grande mote para o lançamento do SWU está ligado à questão ambiental. O evento conciliará música e arte com o pensamento sustentável. “O objetivo é passar a informação e motivar a galera a se reeducar. Isso é o mínimo que a gente pode fazer e vai além de acordos governamentais”, enfatiza Theo. “O Linkin Park foi o mais fácil de negociar para o festival justamente por causa do histórico de engajamento que eles têm com a sustentabilidade”, diz Mac.
Durante o programa, os produtores teorizam sobre outras possíveis atrações internacionais e nacionais no festival, o line-up forte de Djs, que pode contar com Gui Boratto, e o palco exclusivo para as bandas independentes. “O conceito do SWU não é pontual e passageiro. Ele é muito mais voltado para os festivais europeus, com personalidade e vida própria”, garante Theo e Mac, que já trazem no currículo da empresa The Groove Concept, da qual são donos, a produção do festival Maquinária.
Combo Fala + Joga sobre o SWU – Music and Arts Festival
Dia e horário: 15/07 às 22h
Reprise: 16/07 às 6h 30, 12h e 17h
PlayTV é o canal 86 da SKY, 13 da Net Brasília e 31 da TV Oi Belo Horizonte. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
Caramba! Nem dá para acreditar que este blog já está com seis anos. Ta meio empoeirado e cheio de teia de aranha, mas dá para o gasto. Sustentei ele por esse tempo todo e não é agora que vou deletá-lo, não é mesmo? Lembro, há alguns anos, quando o blogger virou pago e a globo.com assumiu o comando. Achei que iriam deletar todos os blogs do sistema antigo, mas só mexeram na forma do login e de resto está tudo igual. Até o formato de editar isso aqui ainda é em html, não melhoraram nada pro nosso lado.
Enfim, vim avisar que tentarei atualizar o blog com mais frequência e contar mais novidades minhas envolvendo o mundo rock & roll, porque, afinal de contas, eu trabalho numa emissora de TV que fala sobre música, cinema e games. Tenho muitas curiosidades para dividir com vocês e tem que ser neste blog. Posto muita coisa no Blog da Produção da PlayTV, mas não me sinto a vontade para fazer textos mais pessoais por lá, prefiro colocá-los aqui. Tenho que contar para vocês quando fiz uma das entrevistas mais importantes da minha carreira como futura jornalista. Entrevistei o baixista e fundador do Manowar, uma das bandas americanas mais influentes da cena do metal. Foi incrivel! Logo mais escreverei um post sobre isso. Prometo!
A morte do guitarrista e fundador dos Rolling Stones ainda não foi totalmente esclarecida
Apaixonado pelo jazz e o blues, o mentor dos Rolling Stones foi encontrado morto na piscina de sua casa, na Inglaterra, no dia 3 de julho de 1969, aos 27 anos. Hoje, completa-se 41 anos sem o artista.
Na época, o episódio foi tratado como acidental e outros desconfiaram de um possível suicídio do músico. Quando Brian morreu, fazia um mês que ele já não era mais um rolling stone. O guitarrista foi forçado a deixar a banda pelos próprios companheiros, que não agüentavam mais vê-lo afundado nas drogas e atirado pelos cantos sempre chapado.
Apesar do enorme talento e sua reconhecida inventabilidade, Brian era pai de inúmeros filhos ilegítimos, asmático, inseguro e se deixou dominar pela depressão e pelo uso descontrolado de drogas.
No ano passado, informações retiradas do jornal britânico The Mail On Sunday afirmaram que Brian Jones poderia ter sido assassinado. Na verdade, essa especulação é alimentada desde a data que o músico morreu, mas foi legalmente rejeitada. A suspeita do assassinato ganhou força quando a enfermeira Janet Lawson acusou o chefe de obras da casa de Brian, Frank Thorogood, de ter feito algo com o fundador dos Rolling Stones, já que ele devia 8 mil libras ao pedreiro.
Além disso, a versão oficial diz que Brian morreu sob influência de drogas (barbitúricos e anfetaminas) e bebida alcoólica. Mas a autópsia revelou que o guitarrista não tinha narcóticos no corpo na hora em que morreu.
Em 2009, depois de 40 anos, o caso foi reaberto pela polícia londrina e a polêmica morte de Brian Jones permanece, até hoje, rodeada de mistérios.
Cinderella: banda volta aos palcos e confirma turnê
O Cinderella, liderado pelo vocalista e guitarrista Tom Keifer, voltou a ativa. A banda norte-americana confirmou as primeiras datas da turnê de 2010. Algumas apresentações se referem a abertura para a turnê "Get Your Sting and Blackout", do Scorpions.
Os hard rockers voltaram ao palco no dia 19 de março para um show de aquecimento em Grizzly Rose, em Denver (EUA). Em 2009, O Cinderella cancelou a tour devido aos problemas nas cordas vocais de Tom Keifer. O músico passou uma temporada reabilitando a voz e treinando-a para que pudesse voltar aos shows novamente com o Cinderella. No review do portal Sleaze, o repórter explica que Tom Keifer descansou a voz para não força-la na apresentação, mas que foi uma excelente volta da banda aos palcos. O show em Denver foi o primeiro do Cinderella em 3 anos e, por conta disso, Keifer explicou à platéia que estava um pouco nervoso na apresentação. O review do show pode ser encontrado no seguinte link: http://www.sleazeroxx.com/concert/cinderella.shtml.
Confira o set-list
01. Second Wind
02. Push Push
03. Somebody Save Me
04. The Last Mile
05. Night Songs
06. Heartbreak Station
07. Coming Home
08. Fallin' Apart At The Seams
09. Long Cold Winter
10. Gypsy Road
11. Don't Know You Got (Till It's Gone)
12. Nobody's Fool
13. Shelter Me
14. Shake Me
Confira as primeiras datas da turnê do Cinderella:
April 8th Turnng Stone - Verona, NY
April 9th Electric Factory - Philadelphia, PA
May 29th Rocklahoma - Pryor, OK
June 9th La Riviera - Madrid, Spain
June 11th Sweden Rock - Sweden
June 13th Download Festival - Donnington, ENG
June 18th PNC - Holmdale, NJ (with the Scorpions)
June 19th M3 Festival - Columbia, MD (with the Scorpions)
June 22nd Jones Beach - Wantaugh, NY (with the Scorpions)
June 23rd HOB - Atlantic City, NJ
June 25th Pavillon de la Jeunesse - Quebec (with the Scorpions)
June 26th Bell Centre - Montreal (with the Scorpions)
June 29th Station Amphitheater - Pittsburgh, PA
July 2nd Stampede Festival - Greeley, CO
July 8th Sarnia Bayfront Festival - Sarnia, ONT
July 10th Diamond Joe Casino - Dubuque, IA
July 17th Moondance Jam - Walker, MN
July 23rd Washington County Fair - West Bend, WI
July 24th Zoo Amphitheater - Oklahoma City, OK
August 14th Sky Casino - Acoma, NM
Confirmado: Sebastian Bach abrirá shows do GNR no Brasil
Nesta madrugada, Sebastian Bach, ex-vocalista da banda de hard rock Skid Row, divulgou em seu twitter oficial (@SebastianBach) que será o artista de apoio de todos os shows do Guns and Roses no Brasil. O primeiro da turnê brasileira será no dia 07 de março, em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson. Depois, o músico segue para o Estádio Mineirinho, no dia 10 de março, em Belo Horizonte. Em São Paulo, o show acontecerá no dia 13 de março, no Palestra Itália. No entanto, o site oficial do GNR (www.gunsnroses.com) afirma que o show será, na verdade, na Arena Anhembi. Ainda não se sabe se houve um erro por parte do site ou se o local da apresentação realmente foi alterado.
Os últimos shows do GNR com abertura do ex-frotman do Skid Row serão nos dias 14 e 16 de março, respectivamente na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, e no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre.
Sebastian Bach foi convidado por Dave “The Snake” Sabo (atual guitarrista) para compor o Skid Row em 1986, nos Estados Unidos. Três anos depois, sai o disco de estréia – homônimo ao grupo – que trouxe dois singles indispensáveis para o hard rock mundial – “18 and Life” e “I Remember You”. Mas foi com o disco “Slave To The Grind” (1991), que o Skid Row alcançou a 1ª posição do ranking da Bilboard, com os clássicos “Monkey Business”, “Quicksand Jesus”, “Slave to the Grind”, “In a Darkened Room” e a delirante balada “Wasted Time”.
Após o climax da montanha-russa Skid Row posta em marcha no fim da década de 80 o grupo foi desacelerando com o lançamento do EP “B-side Ourselves” (1992) e Subhuman Race (1995), mesmo com os destaques de “My Enemy”, “Into Another” e “Breaking Down”.
Sem o prestígio da mídia e com a explosão do grunge de Seattle, a montanha-russa Skid Row atingiu o seu ponto extremo, como quem entra para a vertigem do loop: Sebastian Bach foi demitido em 1996, taxado de inconseqüente e de estrelista pela banda. Em 2003, a demissão voltou a assombrar o músico quando ele foi expulso da produção “Jesus Christ Superstar”, onde assumiu o papel de Jesus. Os produtores, assim como na fase Skid Row, afirmaram que Bach estava exibindo um comportamento de estrelismo.
Atualmente, o grupo segue com dois integrantes novos: o vocalista Jhon Solinger e o baterista Phil Varone completando a banda com os guitarristas originais Dave “The Snake” Sabo e Scott Hill e no baixo com Rachel Bolan. Em 2003, o grupo lançou o disco “Thick Is The Skin”, totalmente divorciado da sonoridade do Skid Row da década de 90.
Em 1998, Bach voltou a cena hard rocker com o Sebastian Bach and Friends no lançamento do disco morno “Bring ‘Em Bach Alive”, composto por cinco inéditas e onze músicas, da época do Skid Row, gravadas ao vivo num show em Tóquio, no Japão. Em 2001, é lançando o disco “Bach 2: Basics”, uma compilação com diversos covers de Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Led Zeppelin, Kiss, AC/DC entre outros artistas.
Atualmente, o músico segue divulgando o novo disco “Angel Down” (2007) que conta com a parceria de Axl Rose nas músicas “Back in the Saddle” – cover de Aerosmith – e nas faixas “Stuck Inside” e “Love is a Bitchslap”. Sua banda é composta pelos guitarristas Mike Chlasciak e Johnny Chromatic, Bobby Jarzombek na bateria e Rob DeLuca no baixo.
“Angel Down” é co-escrito por Roy-Z (Bruce Dickinson, Rob Halford, Judas Priest) e vendeu cerca de 100 mil cópias diferente dos mais de 20 milhões vendidos na fase Skid Row. Além do hard rock, o disco é de longe mais pesado do que o material produzido com o Skid Row. O álbum permeia entre o heavy metal e o rock and roll dos anos 70 e até flerta com o thrash metal.
“O carinho que recebemos de volta é absurdo!”, diz Robert Trujillo à PlayTV
Após a coletiva de imprensa do Metallica, realizada dia 30 de janeiro no Estádio do Morumbi, o baixista da banda, Robert Trujillo (ex- OZZY OSBOURNE e SUICIDAL TENDENCIES), concedeu uma entrevista exclusiva ao drops jornalístico PopUp, da emissora PlayTV.
O músico, mostrando total disposição para falar com a equipe, contou que estava entusiasmado com sua primeira apresentação, em São Paulo, com o Metallica. “O show nem começou e já dá para sentir a energia do público! Você já escuta as pessoas lá fora batendo palmas e cantando super empolgadas!”, disse o baixista.
Questionado sobre a sensação de tocar para os fãs brasileiros, Trujillo completa: “Uma das coisas que a gente pode esperar do público no Brasil é a incrível energia. E o carinho que recebemos de volta é absurdo! A gente usa isso de combustível: nos alimentamos da energia dos fãs e da paixão que eles trazem”.
Robert Trujillo entrou para compor a banda há 7 anos, com a saída do baixista Jason Newsted. “O Metallica é uma família, o que é ótimo, porque podemos dividir tudo”, disse entusiasmado. “Quando saímos em turnê, especialmente durante o verão europeu, é como se fossemos para um acampamento juntos”, emenda o músico.
O baixista - que impressionou os integrantes da banda com sua habilidade e presença de palco - foi contratado antes de iniciar a turnê do disco “St. Anger” (2003). O teste que o fez entrar no grupo está documentado no filme “Some Kind of Monster”, dos diretores Joe Berlinger e Bruce Sinofsky.
O músico construiu sua marca não só no palco, como também no processo criativo do Metallica. O disco “Death Magnetic” (2008) é o primeiro a ser lançado com sua participação integral. “As músicas [do novo álbum] parecem ter sido escritas para o palco”, explica o baixista.
No desfecho da reportagem, incrementada com imagens do primeiro show em São Paulo, Trujillo define o verdadeiro sentido de uma das bandas mais importantes do heavy metal mundial. “O Metallica nada mais é do que o amor pela música, que faz nosso som e performance atingir as pessoas. Isso é o que nos direciona e motiva! Eu sempre digo que quando nós pegamos as guitarras e o Lars assume a bateria, é como se fossemos adolescentes de novo.
O PopUp com o Metallica será transmitido nos seguintes dias e horários:
Terça - Feira (02/02)
08h 57
16h 27
Quarta - Feira (03/02)
10h 57
14h 57
Quinta - Feira (04/02)
12h 57
20h 27
Sexta - Feira (05/02)
14h 57
Sábado (06/02)
17h 57
23h 27
Domingo (07/02)
00h 57 (de sábado para domingo)
18h 57
Sobre a PlayTV
A PlayTV é um canal especializado em música, cinema e games, cuja programação é transmitida 24 horas nas freqüências: 86 da Sky, 13 da Net Brasília e 31 da TV Oi Belo Horizonte. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
Após viver período turbulento, um Metallica renovado se apresenta em SP
O Metallica que se apresentou no Brasil em 1999 não foi o mesmo que impressionou e empolgou os 68 mil fãs no Estádio do Morumbi, na noite de ontem, 30. A banda que subia ao palco a 11 anos atrás parecia desconcentrada, quase não interagia com o público e desaparecia freqüentemente do palco.
Já o Metallica dos anos 10 é um grupo que conseguiu enfrentar as dificuldades representadas no documentário “Some Kind Of Monster” (2005), dos diretores Joe Berlinger e Bruce Sinofsky. Na época da gravação do disco “St. Anger” (2003), James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) estavam sem excursionar, lutavam contra a rejeição do público não só aos discos antecessores – “Load” (1996) e “Reload” (1997) – como também pelo fato da banda se posicionar contra os downloads gratuitos de música via internet. Para completar a fase turbulenta, o grupo sofreu uma baixa na formação com a saída do baixista Jason Newsted.
Superado o período negativo, o Metallica mostrou no Estádio do Morumbi como se dedilha o mais puro e verdadeiro heavy/thrash metal. Após a abertura do Sepultura, que aqueceu o público para os highlanders, a banda estadunidense entrou às 21h 35 arrebentando com duas faixas do disco “Ride the Lightning” (1984): “Creeping Death” e "For Whom The Bell Tolls”. Nesse momento, várias rodas de mosh (bate-cabeça) já se formavam por toda a pista do Estádio do Morumbi.
Diferente do set list apresentado em Porto Alegre, onde as próximas músicas foram “Ride The Lightning” e “The Memory Remains”; em São Paulo o grupo preferiu embalar com “The Four Horsemen”, do CD “Kill ‘Em All” (1983), primeiro disco do grupo.
Na seqüência, a banda metralhou o público com a música “Harvester of Sorrow”, considerada o 1º single da banda, e emendou com “Fade to Black” para mais tarde apresentar as músicas de “Death Magnetic” (2008), primeiro álbum lançado com participação integral do atual baixista Robert Trujillo (ex- Ozzy Osbourne, Black Label Society, Suicidal Tendencies entre outros).
As músicas já esperadas do novo material foram “That Was Just Your Life”, “The End of The Line” e o excelente single cantado em uníssono “The Day That Never Comes”. A próxima música aguardada era “Cyanide” tocada em Porto Alegre, mas a banda trocou pela faixa “Broken, Beat & Scarred”.
Em seguida, para hesitação do público, o Metallica detonou com outras cinco pérolas do heavy metal mundial. As guitarras em sintonia com a bateria já mostravam o que viria pela frente: “Hey, I’m your life, I’m the one who takes you there…” foi “Sad But True” que fez as honras para a classiqueira do set list. O single foi dedicado a banda de abertura. “É um prazer estar aqui e tocar com nossos amigos do Sepultura. Queremos dedicar esta música ao Sepultura, porque eles sabem, assim como nós sabemos, que o Brasil gosta de peso!”, disse Hetfield.
Introduzida com fogos de artifício, veio “One”, escrita por James Hetfield e Lars Ulrich e reconhecida por ter uma das estruturas musicais mais complexas do heavy/thrash metal. “Enter Sandman”, single que fala sobre pesadelos, veio em seguida instigando os fãs que lotavam as rodas de mosh.
A primeira parte da apresentação estava feita e os músicos deixaram o palco. Alguns minutos depois, a banda reaparece para o tão aguardado bis. “Sempre tocamos nessa hora uma música de uma banda que influenciou o Metallica. Essa banda é o Queen”, disse Hetfield ao cantar e tocar “Stone Cold Crazy”. Logo depois veio “Motorbreath” e a música que era pedida insistentemente pelo público. “Essa tem só três palavras: ‘Seek and Destroy’, disse o vocalista enquanto a multidão enlouquecia no mosh, que dessa vez foi composto até por mulheres, uma, inclusive, estava só de sutiã e gritava pela banda sacudindo a camiseta ao vibrar com o refrão: “Searching, seek and destroy”.
No final, o público foi presenteado não só com uma apresentação memorável que incluiu fogos de artifício, explosões e uma chuva de palhetas decorativas da turnê “World Magnetic Tour”, mas também com um Metallica reconstruído, renovado e que espera “não demorar outros 11 anos para voltar ao Brasil”, disse Lars para Hetfield emendar: “Até amanhã, São Paulo”.
O Metallica se apresenta no domingo (31), no mesmo local. Ainda há entradas de todos os setores para o segundo show a R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancadas azul e vermelha), R$ 190 (arquibancada vermelha especial), R$ 250 (pista e cadeira inferior), R$ 300 (cadeira superior) e R$ 500 (pista vip). Estão à venda na bilheteria do Morumbi, do meio-dia até o início do show.
Set List:
“Creeping Death”
“For Whom the Bell Tolls”
“The Four Horsemen”
“Harvester of Sorrow”
“Fade to Black”
“That Was Just Your Life”
“The Day That Never Comes”
“Sad But True”
“Broken, Beat & Scarred”
“One”
“Master of Puppets”
“Blackened”
“Nothing Else Matters”
“Enter Sandman”
Bis “Stone Cold Crazy” (cover do Queen)
“Motorbreath”
“Seek and Destroy”
Metallica é premiado em São Paulo
Os membros do Metallica – James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) – foram surpreendidos ontem, dia 30 de janeiro, durante a coletiva de imprensa concedida a jornalistas e fotógrafos no Estádio do Morumbi. O grupo foi presenteado com um disco de ouro pelas 40 mil cópias vendidas no Brasil do CD “Death Magnetic” (2008) e, ainda, recebeu da produtora brasileira disco de platina duplo pelas 60 mil cópias vendidas no país do DVD “Orgulho, Paixão e Glória – Três Noites na Cidade do México”.
PlayTV: veja a retrospectiva heavy-rock da emissora
O drops jornalístico POP UP - que é transmitido durante toda a programação da emissora PlayTV - fará uma retrospectiva especial sobre as reportagens que marcaram a cena musical em 2009.
A seleção heavy-rock começa dia 23/12, às 20h 27, com o Iron Maiden. A emissora retransmite a pré-estréia mundial do documentário “Flight 666 – O Filme”, exibido no Cine Odeon, no Rio de Janeiro. O longa-metragem mostra os bastidores da atual turnê do Iron Maiden, “Somewhere Back In Time”.
A gravação conta com entrevistas do vocalista Bruce Dickinson, do baterista Nicko McBrain e dos diretores Scot McFadyen e Sam Dunn, os mesmos que dirigiram os documentários “Metal - Uma Jornada Pelo Mundo do Heavy Metal" (2005) e "Global Metal" (2008). A reportagem também traz trechos do show do Iron Maiden no Rio de Janeiro com as músicas “Aces High” e “Wratchild”, além de entrevista com fãs da banda.
Dia 25/12 a PlayTV reapresenta o POP UP com Adler’s Appetite, banda do ex-baterista do Guns and Roses, Steven Adler. A reportagem foi gravada em maio, no Manifesto Rock Bar, e traz o grupo tocando o clássico álbum “Appetite for Destruction” de 1987, do GNR.
Nessa entrevista concedida por Steven Adler, o público relembra as discussões e brigas que rodeiam até hoje o GNR. Mas o ex-baterista afirma que conseguiu restabelecer o diálogo com todos os membros da ex-banda, menos com Axl Rose. “Eu falo com todos, exceto com o Axl. Encontramo-nos há alguns anos, ele pediu desculpas... pelo que não fez. Todos eles me pediram desculpas. Você cresce e acaba esquecendo”, desabafou o músico. Steven ainda critica Axl e o chama de egoísta por não reativar a banda com os integrantes originais.
Dia 26/12 é a vez da reprise com duas das maiores bandas de heavy metal do Brasil: Angra e Sepultura. O POP UP traz a apresentação, em conjunto, dessas duas bandas no Via Funchal, em São Paulo.
A reportagem mostra a volta do Angra aos palcos, após um hiato de dois anos, o show de lançamento do último trabalho do Sepultura, “A-Lex”, e a celebração, ao final da apresentação, com ambas as bandas dividindo o palco. É a força do metal nacional unindo os públicos de diferentes vertentes do heavy metal.
Já os Ramones aparecem no dia 30/12 com a vinda, ao Brasil, do ex-baixista CJ Ramone. Com entrevista exclusiva para a PlayTV, o músico afirma que o punk rock está praticamente morto nos Estados Unidos. “Eu não faço uma turnê nos EUA desde que os Ramones se aposentaram. Na Califórnia ainda tem um pouco de rock, mas na costa leste só tem techno, hip hop e não sobrou muito rock and roll ou punk rock”.
A retrospectiva é incrementada com os estadunidenses do The Killers. O grupo aportou no Brasil, em novembro, e se apresentou para 12 mil fãs em São Paulo, na Chácara do Jockey. Entre as músicas que foram destaque do show estavam “Bones”, “Smile Like You Mean It” e “Spaceman”. A reportagem traz entrevista com o baterista Ronnie Vannuci Jr.
A reapresentação do show mais importante do ano não poderia ficar de fora dessa seleção. É a alta voltagem do AC/DC! O POP UP sobre a turnê “Black Ice World Tour” conta com trechos de shows, imagens dos principais videoclipes e ainda entrevista com os fãs que estiveram na inesquecível noite do dia 27 de novembro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
Iggy Pop, Duff Mckagan's Loaded, The Ting Tings, Danko Jones e Sonic Youth também dão as caras no replay dos dois principais festivais de 2009: Planeta Terra e Maquinaria.
O maior festival de rock independente do país também teve seu lugar reservado na seletiva. É o Goiânia Noise Festival transmitido pela apresentadora do programa Combo Fala + Joga, Bianca Jhordão. A 15ª edição do festival goiano trouxe MQN (GO), Móveis Coloniais de Acaju (DF), Vivendo do Ócio (BA), Mini Box Lunar (AP) entre outras apresentações nacionais e internacionais. Dá para assistir clicando aqui:
O MetalHead traz a programação completa da retrospectiva heavy-rock da PlayTV. Anote os dias e horários:
Iron Maiden 23/12 – 20h 27 e 23h 27
24/12 – 08h 57
25/12 – 12h 57
26/12 – 14h 57
27/12 – 17h 57
Iggy Pop (Planeta Terra) 09/01 – 20h 27 e 23h 27
10/01 – 06h 57
Goiânia Noise Festival 10/01 – 20h 27 e 23h 27
Ou clicando aqui.
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Entrevista com fãs do AC/DC será exibida na PlayTV
A equipe de reportagem da PlayTV esteve no dia 27 de novembro, no estádio do Morumbi, para gravar o drops Pop Up sobre o show do AC/DC.
Além de trechos de imagens da tour, a matéria é composta por entrevistas com os fãs do grupo, que contam como conheceram a banda australiana, o que fariam se tivessem a oportunidade de subir no palco do show, explicam porque o AC/DC é coniderada uma das maiores bandas do mundo por continuaram na ativa após 36 anos e criticam o boato espalhado de que após a “Black Ice World Tour”, o vocalista Brian Johnson deixaria o grupo para se aposentar.
O Pop UP sobre o AC/DC você assisti hoje, dia 06/12, às 18h e às 22h no canal 86 da SKY ou via streaming no site
www.playtv.com.br
No dia 23 de novembro, a equipe de produção da PlayTV inaugurou o blog “Bastidores PlayTV” (http://blog.playtv.com.br/producao). A proposta é contar como funcionam as externas para os shows e festivais, além de explicar o que rola por trás das gravações dos principais programas da emissora.
Desde que comecei a ouvir rock and roll - lá pelos anos 90 - a possibilidade de ver ao vivo o AC/DC - os highlanders do hard rock mundial – não saía das conversas com os amigos, quando o tema era sobre quais bandas clássicas tínhamos que ver antes delas se aposentarem.
Lembro até hoje da primeira música que conheci do AC/DC. É essa mesma que vem a cabeça: “Back in Black” é executada há quase 30 anos nas rádios heavy-rock dos quatro cantos do mundo.
Quando o AC/DC anunciou a turnê “Black Ice World Tour” no Brasil foi uma histeria geral! Depois de passar um sufoco para comprar o ingresso no primeiro dia de venda – 01 de outubro - até chegar com a equipe do Pop Up da PlayTV no estádio do Morumbi, passamos por alguns sufocos.
Assim que chegamos ao local, por volta das 16h 30, um pé d’água que não parecia ter fim caia na região. O medo geral era de não conseguirmos nenhuma entrevista para compor a matéria do show, além do risco de algum equipamento ser danificado pela chuva.
Depois de esperar o pé d’agua parar e de fazer muitas ligações, encontrei meus amigos e todos, gentilmente, cederam a entrevista (valeu gente!) para a jornalista e produtora Stella Rodrigues, a Stellinha. Além deles, barrei um menino vestido de Angus Young que tentava pular na frente da câmera e falei que ;) ele poderia aparecer de outra forma na TV, ou seja, dando entrevista. Outro entrevistado foi um fã com um sotaque forte do sul, provavelmente veio com uma caravana. Pronto, mais uma entrevista encaminhada e outros que estavam aguardando na fila já davam para compor o “povo fala”.
Assim que a matéria estava salva, pedi licença para a equipe e fui ao encontro dos meus amigos que estavam ansiosos para entrar o quanto antes no show.
Aguardamos cerca de 3 horas, inclusive debaixo de chuva, e o AC/DC entrou no palco exatamente às 21h 35. As luzes do estádio se apagaram e só as tiaras de chifrinhos, compradas por pelo menos metade do público, iluminavam a pista e as arquibancadas do Morumbi.
Na abertura do show, um desenho animado foi exibido no telão. A animação mostrava a aventura da banda dentro de um trem descontrolado e em altíssima velocidade. No ápice do trem se “chocar” em direção ao público, eis que aparece uma locomotiva de seis toneladas posicionada de forma tombada atrás dos músicos. Em seguida, os primeiros acordes de “Rock and Roll Train”, um dos singles de Black Ice, são dedilhados e o público, lógico, vai a loucura e canta a música em uníssono! Um trecho dessa parte dá pra assistir aí embaixo.
Ver ao vivo o AC/DC tocando “Highway to Hell”, “Back in Black”, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, “You Shook Me All Night Long”, “T.N.T”, “For Those About to Rock (We Salute You)” foi simplesmente emocionante! Confesso que algumas lágrimas caíram quando eu vi aquele homem de mais de 50 anos, magro, quase sem cabelo, mas detonando na guitarra, esperneando, se jogando no chão, correndo de um lado pelo outro a menos de 1 metro da minha visão e até fazendo graça tirando a roupa e mostrando uma cueca com a inscrição "AC/DC" foi realmente inacreditável! E o Brian Johnson então, quase 10 anos mais velho que o Angus Young, cantava divinamente com aquela voz poderosa, grunhida e única!
O show ainda teve direito a chuva de papel picado, fogos de artifício, explosões com seis canhões na música “For Those About to Rock”, além de surgir – montada na locomotiva - uma imensa boneca inflável, só com lingerie, representando a música “Whole Lotta Rosie”.
A atitude e o vigor desses senhores que ainda fazem muito pelo heavy-rock mundial mostraram porque eles são uma das maiores bandas do mundo! “Não falamos bem ‘brasileiro’ (o.O), mas falamos rock and roll”, gritou o vocalista Brian Johnson.
Agora é sentir saudade dessa mega apresentação e invejar os argentinos, que foram presenteados com três shows seguidos do AC/DC – dias 02, 04 e 06 de dezembro - em Buenos Aires, no estádio do River Plate.
Claustrofobia: “Os gringos tem curiosidade em saber como é o metal brasileiro”
Novamente a cultura do thrash metal se torna presente no programa “Combo: Fala + Joga” da PlayTV. Quem veio dessa vez para representar o estilo foi o Claustrofobia, uma das principais bandas underground do metal extremo no Brasil.
A banda, representada por Marcus D’Angelo (vocal e guitarra) e Daniel Bonfogo (baixo), conta sobre os 15 anos de estrada, os três álbuns de estúdio gravados e agora, o lançamento do 4º disco da carreira, “I See Red”. “Os fãs podem esperar o melhor disco do Claustrofobia!”, enfatiza Marcus. Além do Brasil, o novo álbum será lançado internacionalmente pelo selo britânico Candlelight Records.
Enquanto jogam videogame com a apresentadora Bianca Jhordão, vocalista do Leela, os músicos falam da expectativa para a próxima turnê européia, que começa no dia 09 de outubro em Hamburgo, na Alemanha, e termina no dia 12 de dezembro em Rennes, na França.
O Claustrofobia relembra os momentos mais marcantes da 1ª turnê pela Europa, como a abertura do show do Vader, banda polonesa que deu origem ao death metal, e explicam a visibilidade que o metal nacional adquiriu na Europa.
“Os gringos tem curiosidade em saber como é o metal brasileiro por causa do Sepultura”, conta Daniel. “Eles não entendem por que você (banda brasileira) toca com tanta vontade!”, acrescenta Marcus.
Nessa tour européia, realizada durante quatro meses de 2007 para divulgar o disco “Fulminant”, Marcus e Daniel também contam uma história bem peculiar que aconteceu com os aparelhos musicais do grupo. A banda alugou um carro na Alemanha e guardou todos os instrumentos no porta-malas. Chegando à Suíça, eles deixaram o carro estacionado na rua, pois um amigo suíço tinha dito que o lugar era extremamente seguro. Quando a banda voltou para o carro, os vidros estavam abertos e todo o material do grupo tinha sumido! “Foi um desespero total, a nossa vida estava toda dentro daquele carro!”, conta Daniel. O fim hilário dessa história você só descobre assistindo o programa e seguindo o Combo: Fala + Joga no www.twitter.com/comboplaytv .
Claustrofobia no Combo: Fala + Joga da PlayTV você assiste no canal 86 da SKY, em rede nacional, ou via streaming pelo www.playtv.com.br .
Apresentação: 28/09 às 22h
Reprises: 29/09 às 6h 30min e17h – 04/10 (domingo) às 22h – 05/10 às 6h 30 e 17h.
AC/DC: meia entrada para show se esgotará a qualquer momento
De acordo com a estudante universitária Juliana Farias, os ingressos destinados a meia entrada para a apresentação do AC/DC em São Paulo se esgotarão a qualquer momento.
A informação vem dos vendedores da FNAC - Paulista. A estudante contou que está na fila há pelo menos 4 horas e ainda não conseguiu comprar o seu ingresso e nem para os seus 3 amigos. "Quando foi meia-noite em ponto eu entrei no site da ticketmaster para comprar os ingressos e só dava erro: o site estava congestionado. Esperei meia hora, mas ainda apresentava problemas. Decidi acessar o site a cada 1h para tentar efetuar a compra e nada. Fiquei a madrugada inteira fazendo isso e agora vim para a FNAC tentar comprar", desabafa.
Juliana informou ao MetalHead que a melhor opção para os fãs do AC/DC comprarem seus ingressos é se dirigirem ao Citibank Hall, em Moema, pois o amigo José Ap. está lá e contou que a fila até o momento é pequena, ao contrário da FNAC, que está quase dobrando o quarteirão.
No dia 31/08 estreiou o tão aguardado myspace oficial da banda de rock paulista Carapuça. O grupo, formado por João "Animal" (vocal), André "Chamuska" (guitarra), Bruno "Yollanda" (bateria), Gustavo “Red Gus” (guitarra) e Wagner "W.C." (baixo), acaba de lançar em seu mypace as músicas que compõem o EP "A Verdade Doa a Quem Doer", são elas: "Carapuça", "Parabéns (é o cara)", "Adrenalina", "Aqui se Faz, Aqui se Paga", "Não é o Fim" e "Fanático". A Carapuça mistura diferentes vertentes do rock, como o punk e o new metal, com letras que remetem a assuntos polêmicos. O grupo também participou recentemente do 4º Manifesto Rock Fest, produzido pelo Manifesto Rock Bar, e ficou entre as bandas finalistas. O concurso teve entre os jurados Nando Fernandes (ex-Hangar) e Luiz Mariutti (ex-Shaman e atual André Matos).
A Carapuça já se apresentou nos mais diferentes espaços da cena underground de São Paulo, como Blackmore Rock Bar e Cerveja Azul.
Os próximos shows serão:
07/set às 19h – Manifesto Rock Bar, Itaim Bibi / São Paulo
04/out às 20h – Blackmore Rock Bar, Moema / São Paulo
25/out às 18h – Afonsoom, Interlagos/ São Paulo