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:: Terça-feira, Maio 26, 2009 ::

Angra joga video-game com Beto Lee e comenta cena do metal nacional


Foto: Anrga


Nesses últimos dois anos, os fãs do Angra foram bombardeados por informações desencontradas e contraditórias sobre o futuro da banda. Muitas histórias de desavenças entre os membros e entre a banda e o ex-empresário, Antônio Pirani, rolavam na mídia especializada. E para explicar o que realmente aconteceu nesses últimos anos com o Angra, o grupo esteve no programa Combo: Fala + Joga, da Play TV.

Na entrevista a banda conta se chegou a pensar na possibilidade de decretar o fim das atividades do Angra ou se sempre mantiveram a idéia clara de reativá-lo. E nesse clima incerto pelo qual passaram, eles comentam o reflexo positivo de tudo isso: o retorno, após um hiato de dez anos, do baterista Ricardo Confessori, ex-Shaaman.

Depois desse período turbulento o Angra ressurgiu de forma triunfal com uma mega turnê conjunta com outro expoente do metal nacional, o Sepultura. A banda conta como surgiu essa parceria, o que acha que a tour vai proporcionar para a cena do metal no Brasil e se essa mega apresentação vai firmar ainda mais a força do metal brasileiro no exterior, já que a turnê vai se estender pela América Latina.

E falando de metal nacional no exterior, os músicos explicam como o Torture Squad, o Krisiun e o Sepultura são muito mais reconhecidos na Europa e o próprio Angra no Japão do que no próprio país de origem. O guitarrista Rafael Bittencourt afirma: “O metal nacional é mal explorado aqui e ele além de tudo precisa se renovar”. Para o baterista Ricardo Confessori, a questão é mais de produção na cena do metal nacional do que de fãs: “Público de metal tem bastante, mas o que falta são os produtores, parece que eles sumiram”. Por fim, os músicos apontam quais seriam as possíveis soluções para que o metal nacional deslanche de verdade no país.

Apesar do conteúdo sério da entrevista, Edu Falashi, vocal, Kiko Loureiro, guitarra, Rafael Bittencourt, guitarra, Felipe Andreoli, baixo, e Ricardo Confessori, bateria, concedem essa mega entrevista de forma bem descontraída: jogando vídeo-game com o apresentador Beto Lee, filho da Rita Lee! A Play Tv você assisti nas seguintes freqüências: 86 da Sky, 13 Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Angra
Estréia 25/05/09 às 22h
Reprise: 26/05/09 às 6h 30 e 17h, dia 31/05 às 22h e no dia 01/06 às 6h 30 e 17h.

:: por Adriana Farias 12:25 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Maio 25, 2009 ::
“Interessa mostrar que o metal tem cara feia!”


Vitão Bonesso da Kiss Fm, João Paulo Andrade do site Whiplash! e Jotabê Medeiros do Estado de S. Paulo, comentam como a cobertura da mídia hegemônica tem criado uma imagem deturpada acerca do heavy metal.


Adriana Farias
Bruna Barbosa

A cada ano, ao lotar as mais diversas casas de shows e estádios de São Paulo, bandas renomadas do rock and roll mais pesado, como o heavy metal, desembarcam em terras brasileiras mostrando como a força e a qualidade do metal consegue reunir num só espaço milhares de fãs do estilo.

Tal resistência deve-se ao uso, nas letras das canções de metal, de temas como protestos a elementos repressores da sociedade, subversão a religiões opressoras, os medos e o lado obscuro do ser humano, musicalização de contos, história de civilizações, heróis da humanidade, trabalhos conceituais e referências mitológicas. Têm-se ainda letras sobre o louvor ao próprio heavy metal e ao rock, como forma de transmissão da paixão e da fidelidade ao estilo.

A essência do heavy metal está diretamente ligada a uma comunidade cultural desde sempre marginalizada e alvo de deturpações: o nascimento do rock and roll foi permeado pelo preconceito, pois o ritmo blues, que deu origem a ele e, posteriormente, ao heavy metal, foi elaborado pelos escravos negros americanos. Só em 1950, quando fundido com a música branca européia, o rock pôde ganhar maior dimensão e deixar de ser apenas uma música marginalizada para se tornar um sucesso mundial, projetado na imagem de Elvis Presley.

Assim, a trajetória do heavy metal, como evolução do rock, está traçada por um ciclo. Surgiu padecendo em meio a preconceitos, obteve seu auge e hoje novamente sofre com a marginalização e a imagem viciada projetada pela mídia hegemônica.

Jotabê Medeiros, jornalista do Caderno 2 d’O Estado de S. Paulo, argumenta: “O problema da cobertura midiática é que muito do jornalismo hoje está divorciado da realidade do país. Eles vivem numa redoma, numa caixa de vidro, onde só interessa aquilo que possa vender e dar repercussão [...] O heavy metal é quase inexistente na grande mídia, a não ser que seja um fenômeno massivo como Ozzy ou Iron Maiden”.

Vitão Bonesso Vitão Bonesso, produtor e apresentador do programa Backstage da rádio Kiss Fm, acredita que a grande imprensa deixa de escanteio a cobertura desse gênero mais pesado e, quando a faz, realiza “de forma superficial e incompleta, o que resulta em conclusões erradas em relação ao estilo”. Além disso, “ela não está preparada para cobrir o gênero, assim a cobertura termina sendo, como é de se esperar, rasteira, cheia de erros e sensacionalista. Os veículos específicos, claro, fazem melhor o trabalho”, afirma João Paulo Andrade, proprietário e diretor geral do Whiplash, site nacional especializado em rock e heavy metal.

Como exemplo desses distúrbios musicais da mídia empresarial, Arnaldo Jabor declarou em seu comentário a Rede Globo, na ocasião do assassinato do ex-guitarrista do Pantera, Dimebag Darrel, morto por um fã em dezembro de 2004, que “(...) os shows de rock viram missas negras que lembram comícios fascistas. É música péssima, sem rumo e sem ideal. A revolta se dissolve e só fica o ódio e o ritual vazio. A cultura e a arte foram embora e só ficou a porrada”. Assim como a revista Veja, em outubro de 2007, publicou uma matéria intitulada “Devoção à barulheira”, cujo conteúdo fazia, igualmente, apologia à discriminação, afirmando que alguns cantores do rock têm “lampejos” de inteligência e há uma “mitologia pobrinha no metal”.

A mídia hegemônica parece esquecer que o jornalismo cumpre uma função social antes de ser um veículo de caráter comercial, e a objetividade e o equilíbrio são valores que alicerçam a boa reportagem. Na verdade, o problema é de âmbito mais profundo. O Brasil carece de um bom jornalismo cultural e, inclusive, sofre de “agendismo crônico”, em que apenas são divulgados datas, acontecimentos e horários dos eventos culturais. Não há produção efetiva, não há crítica nessa área e o que se faz é mera publicidade.

Jotabê reitera a crítica ao declarar que “para falar de certos assuntos, alguns jornalistas escolhem o pior caminho, achando que só o que interessa para as pessoas é o bizarro. Então, em vez de fazer uma reportagem sobre música, acerca de uma nova cantora que apareceu e investir, tentar definir aquilo, achar um tom certo do texto, só vai interessar se ela tiver uma orelha a menos. Isso é uma matéria. Não é a música em si que interessa. E quando se fala do metal ocorre um enorme preconceito porque, para eles, interessa mostrar que o metal talvez tenha cara feia.”

Deve passar despercebido das telas e impressos da elite midiática, da qual Jabor e Veja fazem parte, eventos como o “Live Aid” organizado em grande parte por astros do rock, objetivando arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia. A homenagem a Freddie Mercury, ex-vocalista do Queen, reunindo bandas do metal e do hard rock, a qual teve sua renda revertida para o combate a AIDS e a reunião, em 2006, do Pink Floyd para angariar verbas destinadas ao combate a fome na África.

Os eventos ilustram a ideologia do heavy metal, que surgiu, a exemplo do movimento hippie, como um levante da contracultura. Em resposta a uma sociedade que julgavam conservadora, seus seguidores utilizavam um visual alternativo (cabelos longos, roupa rasgada) como forma de protesto, a fim de conquistar uma comunidade mais eqüitativa.

Para Vitão, o “heavy rock sempre se mostrou forte frente a tanta asneira proferida” e Jotabê declara: “os fãs do metal são uma das galeras mais simpáticas do rock. É a platéia mais entusiasmada, mais fiel. Tem gente que vai a outros shows pops para ser fotografado. É a classe média alta que às vezes passa a maior parte do tempo pedindo snacks para comer, fica mastigando a maior parte do tempo, não está nem aí para música. Já o pessoal do metal não, é o sangue deles que está ali, é a música que eles gostam. Isso é uma diferenciação de platéia e de atitude.”

Embora muitos fãs do heavy metal se sintam ofendidos devido aos preconceitos incitados pela mídia hegemônica e a ineficiente cobertura que faz ao estilo, isso não é inteiramente relevante ao público. “Para falar e comentar besteiras, é preferível que nem se fale”, diz Vitão. Para os admiradores do estilo o importante é a paixão e o sentimento virtuoso cooptados pelo heavy metal de qualidade. Isso é suficiente. Não há necessidade de o gênero ser legitimado pela mídia.

Reportagem publicada na edição 53, mês de agosto pág.24, do Contraponto, jornal-laboratório da PUC - SP com o título original “O heavy metal pela ótica da imprensa”. Texto também publicado no site Whiplash!

:: por Adriana Farias 9:32 PM [+] ::
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:: Sábado, Maio 16, 2009 ::
Dr. Sin: compondo trilha sonora para filme internacional!


Foto: Marcelo Rossi (2005)Os irmãos Andria e Ivan Busic, do DR. SIN, estiveram no programa “Combo: Fala + Joga”, da Play Tv, contando sobre os quase 20 anos de estrada, os 8 álbuns gravados e como os integrantes comparam a banda que tocou em 1993 no Hollywood Rock à banda que, em 2007, lançou o álbum “Bravo”.

Enquanto jogam vídeo-game com a apresentadora Bianca Jhordão, Andria Busic, vocalista e baixista, e Ivan Busic, baterista, ainda explicam de onde surgiu a idéia de homenagear o goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, com a composição e gravação do videoclipe da música “Número 1”.

Os músicos também comentam como foi a experiência de abrir o show de 35 anos do Kiss, no dia 07 de abril, em São Paulo na Arena Anhembi, para um público de mais de 40 mil pessoas, e explicam como surgiu o convite para tocar no mesmo palco que a banda de Gene Simmons.

No programa, os irmãos contam que essa foi a 2ª experiência com o Kiss, comentam como foi conhecer pessoalmente o guitarrista Paul Stanley e o baixista Gene Simmons e escolhem o membro mais simpático da banda.

Ainda no quesito “banda de abertura” o DR. SIN descreve como foi abrir os shows de outras bandas de peso, como o Pantera, AC/DC, Dream Theater, Steve Vai, Ian Gillan, Mr. Big, Yngwie Malmsteen e detalham como foi a curiosíssima abertura para a apresentação do Bon Jovi no Brasil, na qual o Dr. Sin foi convidado em cima da hora para abrir o show do cantor.

Nessas apresentações como banda de abertura o DR. SIN explica porque o público do show do Pantera foi apontado como o mais receptivo de todas as aberturas que a banda já fez e ainda descrevem como foi conhecer pessoalmente todos esses grandes nomes do rock and roll mundial.

Questionados sobre os projetos futuros do DR. SIN, os músicos adiantaram que em outubro e novembro a banda vai sair para uma turnê no exterior para tocar no mesmo palco que a banda dos ex-integrantes do Yes. E em primeira mão eles deixaram escapar no programa uma grande novidade para os fãs do DR. SIN: Andria, Ivan e Edu Ardanuy estão finalizando o videoclipe da música "Nomad", do álbum “Bravo”, e estão preparando a gravação de um CD para a trilha sonora de um filme internacional!

O “Combo: Fala + Joga” com o DR. SIN você acompanha na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br . Os dias e os horários que o programa vai ao ar são os seguintes:

Estréia dia 14/05/09 às 22h00
Reprise: 15/05 às 6h 30 e 17h, dia 16/05 às 22h e no dia 17/05 às 6h 30 e 17h.

Matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash!: http://whiplash.net/materias/news_875/089219-drsin.html

:: por Adriana Farias 12:15 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Maio 13, 2009 ::
Steven Adler: "Eu acho que o Axl está sendo muito egoísta"


O ADLER’S APPETITE, banda do ex-baterista do GUNS & ROSES, Steven Adler, esteve na última sexta-feira, dia 08 de maio, no Manifesto Rock Bar, em São Paulo, tocando na íntegra o álbum “Appetite For Destruction” de 1987 do GNR.

Em entrevista ao drops Pop Up, da Play Tv, Steven Adler contou que as discussões e brigas em torno do GUNS & ROSES foram devastadoras, mas que ele conseguiu restabelecer o diálogo com todos os membros da ex-banda, menos com Axl Rose. “Eu falo com todos, exceto com o Axl. Encontramos-nos há alguns anos, ele pediu desculpas... pelo que não fez. Todos eles me pediram desculpas. Você cresce e acaba esquecendo”, desabafa Steven.

Na reportagem do Pop Up, o ex-baterista também comenta como foi a experiência de reviver o GNR, no ano passado, para o aniversário de 20 anos do grupo e complementa criticando a atitude de Axl de não voltar com a banda. “Foi uma experiência emocionante celebrar o reinado do GUNS N'ROSES como uma das maiores bandas do mundo” (...) “Pessoalmente, eu acho que o Axl está sendo muito egoísta, porque os fãs do Guns amam a música, querem ouvi-la, querem ver nós 5 tocando. Eu acho muito egoísta não deixar as pessoas terem o que elas querem”.

Steven Adler, acompanhado na entrevista pelo guitarrista Chip Z’Nuff, completa afirmando que é o cara certo para manter a música do GNR viva. “Tocamos quase tudo do ‘Appetite for Destruction’, tudo o que eu escrevi com os caras do Guns, tudo que o Axl não está tocando e fazendo. Alguém tem que manter essa música viva e eu sou o cara certo para isso!”.

O Pop Up com ADLER’S APPETITE no Manifesto Rock Bar você assiste na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br. Os horários são os seguintes:

11/05 – 20h 30min
12/05 – 01h / 11h
13/05 - 09h/ 20h 30min
14/05 – 07h / 19h
15/05 – 01h / 18h/ 23h 30min
16/05 – 16h 30 / 22h
17/05 – 15h / 20h 30min.


Com foto, a matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash: http://whiplash.net/materias/news_875/089153-adlersappetite.html

:: por Adriana Farias 4:38 PM [+] ::
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:: Sábado, Maio 09, 2009 ::
Desordem e sujeira marcam Virada Cultural 2009

Cultura de parte do público que passou pelo evento deste ano foi a do vandalismo, do desrespeito e da imundice


Nos dias 2 e 3 de maio durante 24h ininterruptas os moradores da capital de São Paulo e os turistas foram presenteados com a 5º edição da Virada Cultural 2009. No entanto, o evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Paulo, não mostrou só o elo entre confraternização, cultura, educação e comunidade, mas também foi marcado pela desordem, o vandalismo e a sujeira.

A estudante Natália Aparecida Senóbio, 19, explica: “Eu estava no palco da Praça da República assistindo Nação Zumbi e depois desse show um pessoal, que já estava bem louco, começou a subir em cima dos ônibus e a batucar e pular sem parar. Eu cheguei a achar que o ônibus ia virar de tanto que eles batiam”.

Nessa ocasião, a equipe de jornalistas e câmeras do canal de televisão Play TV teve que parar imediatamente as gravações com medo de receber pontapés dos adolescentes embriagados ou mesmo ter seus equipamentos roubados. A jornalista recém formada Estela Rodrigues, 24, conta: “Pedi para a equipe desligar tudo e parar as gravações, pois não tinha como continuar trabalhando em meio a baderna”.

O jornalista Antônio de Souza, 30, que foi a Virada apenas para assistir a apresentação do cantor Marcelo Camelo, conta: “tinha um bando de adolescentes posicionados nos viadutos do Chá e da Santa Efigênia arremessando objetos no pessoal que estava embaixo. E uma amiga minha me contou que tinha outro grupo de garotos urinando em direção ao público”.

Procurada pela reportagem, a Polícia Militar não quis responder como estava fazendo para conter esses tipos de ocorrência nem enumerar a quantidade de pessoas detidas ou mesmo explicar como foi montado o esquema de segurança para o evento deste ano. De acordo com um policial a “PM não estava autorizada a dar entrevistas”.

Já em resposta a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, a Polícia Militar disse: “não podemos coibir tais ocorrências, pois devemos deslocar a maior parte do nosso efetivo para áreas que ofereçam maiores riscos de confusão, como as cercanias do Largo de São Bento, onde está localizado o palco de música eletrônica”. E um policial que não quis se identificar ao jornal explicou: “Não há como controlar esse tipo de coisa, a única solução é acabar com a Virada”.

Centro: lixão a céu aberto

Outro ponto bastante criticado durante a maratona cultural deste ano foi o lixão a céu aberto no qual virou o centro de São Paulo. O excesso de lixo transformou as ruas onde o evento aconteceu em um cenário de caos.

Esta reportagem constatou que havia poucos cestos espalhados pelas 800 atrações da capital. Alguns garis pareciam desnorteados em meio à enorme quantidade de sujeira em praticamente todas as ruas do centro.

O gari Geraldo Magela, 51, explica: “Foi montado um esquema de plantão de cerca de 500 funcionários em cada área, veio um pessoal até fora de seu turno, mas a Virada Cultural é isso que vocês estão vendo: lixo e mais lixo, quanto mais a gente varre mais lixo aparece. É o usurário mesmo que não soube controlar a sua festa”.

Para a visitante Tabata Regina de Souza, 20, o maior problema não era a falta de funcionários de limpeza, mas a ausência e má distribuição dos cestos de lixo. “Eu vi bastantes garis limpando as ruas, o que faltou mesmo foi a Prefeitura ter colocado não esses cestos de lixo que não cabem nada, mas sim aqueles sacolões gigantes. Aí sim teria, pelo menos, amenizado essa montoeira de lixo”.

Em entrevista a Folha Online o prefeito Gilberto Kassab (DEM) disse que “o lixo acumulado no centro da cidade em decorrência da Virada Cultural neste fim de semana já está sendo recolhido. O evento vem se aperfeiçoando a cada edição. Tudo será fruto de avaliação. Seremos muito detalhistas nestes aspectos, porque a gente quer, a cada ano, uma Virada melhor”.

:: por Adriana Farias 7:14 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Maio 05, 2009 ::
Sepultura conta como é viver de metal no Brasil

Beto Lee com Andreas Kisser e Derick Green no estúdio da Play Tv Programa Combo: Fala + Joga


Os caras do Sepultura, Derick Green (vocal) e Andreas Kisser (guitarra), estiveram no programa “Combo: Fala + Joga”, da Play Tv, contando sobre os mais de 25 anos de carreira da banda, a produção do novo álbum A-Lex, as turnês pelo país e no exterior e como é viver de música no Brasil, mais especificamente de heavy metal.

No programa, a banda explica como surgiu a idéia de projetar a inspiração do livro e filme “Laranja Mecânica” na produção do A-Lex, e quais elementos desse longa-metragem o público pode identificar nesse novo disco, além de comentar como foi produzi-lo sem a presença de nenhum Cavalera, já que Igor Cavalera, baterista da banda, foi substituído pelo atual Jean Dolabella.

Andreas e Derick também comentam sobre a atual turnê: por onde já excursionaram divulgando o A-Lex e quais serão os próximos shows dessa tour, que conta com uma grande novidade: em cada show da turnê terá um espaço reservado para músicas da primeira década do grupo, com a escolha do repertório a cargo dos fãs, via internet. Além disso, os músicos explicam como surgiu a parceria de excursionar com o Angra (turnê conjunta que abrangerá todo o país e a América Latina).

Para completar, os músicos comentam como é a cena underground do heavy metal nacional e o que falta para que ele deslanche de verdade no Brasil, já que no exterior bandas brasileiras de metal fazem muito mais sucesso na Europa do que no próprio país de origem. É o caso de bandas como o próprio Sepultura, Angra, Krisiun, que está com uma turnê gigantesca na Europa, bem como o Torture Squad, que até chegou a tocar no Wacken Open Air, maior festival de heavy metal do mundo.

Essas e mais outras novidades do Sepultura você assisti na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming no site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Sepultura
Exibição dia 05/05/09 às 22h
Reprise dia 06/05às 6h30 e 17h, dia 09/05às 22h e dia 10/05às 6h 30 e 17h


Matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash!: http://whiplash.net/materias/news_875/088770-sepultura.html


:: por Adriana Farias 11:11 PM [+] ::
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Cartunista Márcio Baraldi "soca o mundo inteiro" com seu novo livro


O cartunista Márcio Baraldi, criador das personagens de quadrinhos Roko-Loko e Adrina-Lina da revista Rock Brigade, esteve no programa Combo: Fala + Joga da Play Tv contando detalhes do seu mais recente trabalho, o “Vale Tudo”, livro de HQs em que ele republica suas primeiras histórias.

“O Vale-Tudo é pra fazer as pazes com minha adolescência revoltada. Acho que tem muita gente que conhece meus personagens atuais e que nem imagina as HQs que eu fiz no começo da carreira, bem turbulentas, querendo socar o mundo inteiro. Eu era muito inconformado com o mundo e com a vida. Essas HQs definiram a ideologia e a forma do trabalho que eu faço hoje. E são muito legais, críticas, fortes e atemporais. Toda a personalidade do Baraldão já está lá!”, comenta o cartunista.

Enquanto joga vídeo-game com a apresentadora Bianca Jhordão, vocalista da banda Leela, Baraldi conta de onde surgiu a idéia de misturar rock com desenho e criar o famoso Roko-Loko e sua parceira Adrina-Lina, as personagens mais rock and roll dos quadrinhos e agora dos games, já que Baraldi também lançou o jogo para PC e para celular “Roko Loko no Castelo do Ratozinger”.

E para você que é desenhista e quer que essa habilidade vire profissão o cartunista dá as dicas e comenta como anda o mercado de quadrinhos hoje no Brasil.

Essas e mais outras novidades do cartunista Márcio Baraldi, ganhador do prêmio Ângelo Agostini pela 9ª vez, você assisti na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming no site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Márcio Baraldi
Exibição dia 04/05/09 às 22h

:: por Adriana Farias 12:44 PM [+] ::
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